Sobre as Eleições
As eleições da GEAP representam um momento fundamental de participação democrática dos beneficiários na gestão do plano de saúde.
Transparência e Auditoria: Pilares da Gestão Democrática
O processo eleitoral em entidades de autogestão em saúde, como a GEAP, é um momento sagrado de exercício democrático. Ele define os rumos da assistência à saúde de milhares de servidores e seus familiares. Por isso, a transparência não é apenas uma qualidade desejável; é um requisito obrigatório. A legitimidade de qualquer eleição repousa na confiança de que as regras do jogo são iguais para todos e que a lisura do pleito é inquestionável.
A governança corporativa moderna exige mecanismos robustos de controle e fiscalização. Em eleições, isso significa auditoria constante das candidaturas, verificação de elegibilidade e monitoramento contra práticas de abuso de poder ou fraude. O beneficiário precisa ter a certeza de que seu voto será respeitado e de que os candidatos eleitos possuem idoneidade moral e técnica para gerir recursos tão vitais.
Nesse contexto, a figura da auditoria externa e da investigação independente ganha relevância. É preciso ir além da análise superficial de documentos. A verificação de vínculos, conflitos de interesse e antecedentes é crucial para manter a saúde ética da instituição. A democracia só sobrevive onde há luz sobre os fatos e onde a verdade prevalece sobre as narrativas.
Para garantir a integridade de processos tão sensíveis, o papel do Investigador Trabalhista e auditor independente é fundamental. Esses profissionais atuam para assegurar que as regras sejam seguidas rigorosamente por todos os candidatos, investigando denúncias e prevenindo irregularidades que possam comprometer a legitimidade do resultado. Uma gestão transparente começa com uma eleição limpa.
Participar, votar e fiscalizar: esse é o dever de cada beneficiário para construir uma autogestão forte, ética e eficiente.